
FELIPE LEDIER é designer gráfico, artista visual e estrategista de comunicação com mais de 30 anos de experiência. Especialista em identidade visual e design editorial para marcas que buscam sofisticação e relevância, é reconhecido por transformar conceitos em narrativas visuais consistentes e memoráveis.
Sua atuação une rigor técnico, pesquisa e estética minimalista com uma visão autoral que conecta arte, cultura e tecnologia. Além de desenvolver projetos de branding e comunicação para empresas e startups, também cria obras digitais e projetos experimentais — explorando a semiótica, a memética e a inteligência artificial em peças únicas.
Com profundo know-how em produção gráfica — do planejamento ao acabamento final —, garante qualidade impecável em todas as etapas. Mais do que entregar design, Felipe Ledier projeta experiências visuais com propósito, sempre orientadas por valores éticos, diversidade, inclusão e sustentabilidade.
Design com propósito, estética com consciência.
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Manisfesto visual:
Entre o digital e o humano:
O design que escolhi viver
Estética:
Sempre me fascinou a ideia de equilíbrio. É por isso que escolhi o phi (ϕ), símbolo da proporção áurea, como parte da minha marca — pois vejo beleza quando forma e significado se encontram. O azul profundo também não foi por acaso. É intenso, sofisticado e transmite consistência.
Minha linguagem visual bebe da geometria e das referências da Bauhaus e de Alexandre Wollner, mas não vive só no passado. Ela acontece no encontro entre o digital e o manual: entre o software e a IA que me provocam a pensar diferente e o traço de uma aquarela no papel. É nesse espaço que busco autenticidade.
Valores:
Ética e comprometimento não são negociáveis. Não consigo separar o que faço das causas que acredito: direitos humanos, diversidade, meio ambiente, pautas LGBTQIA+, inclusão. Tudo isso atravessa meu processo criativo.
Meus projetos se apoiam em pesquisa e método científico, mas a interpretação é sempre pessoal. É esse olhar autoral que transforma conhecimento em expressão única.
Vejo o design como algo que vai muito além da estética; é também um gesto cultural e político.
Visão de Mundo:
Quero que quem se encontra com meu trabalho sinta inspiração, surpresa e encantamento. Quero provocar reflexões e abrir conversas.
Acredito que o design pode ensinar algo essencial para o nosso tempo: Empatia. Todo projeto exige imersão e escuta atenta. E se o mundo aprendesse a escutar e observar assim, nossas relações seriam diferentes.
Minha visão é dura, mas sincera: O ser humano falhou no papel de zelador do planeta – escolheu explorar até o limite. Caminhamos para um colapso onde poucos privilegiados terão refúgio em bunkers luxuosos, enquanto a maioria sucumbirá às consequências.
Se no futuro eu for lembrado, quero que seja como alguém que ergueu discussões éticas no design, na arte e nas pautas LGBTQIA+. Alguém que se preocupou, não se calou — e usou o design para abrir caminhos.
Filosofia & Valores:
Acredito que design é método antes de ser estética. A beleza nasce da clareza, e a clareza nasce de pesquisa, escuta e rigor técnico. Cada projeto é construído com método científico e olhar crítico: analisar, compreender, propor, testar e refinar. O resultado é sempre único, porque cada cliente traz uma história, um propósito e um futuro que deseja projetar.
Meus valores são inegociáveis:
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Ética: Não há design sem responsabilidade. Cada escolha visual comunica o que defendemos ou silenciamos.
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Inclusão: Projetos devem refletir a diversidade do mundo real, não uma bolha idealizada.
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Sustentabilidade: Cada peça criada precisa dialogar com o futuro do planeta, não apenas com o presente do mercado.
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Autenticidade: Recuso fórmulas prontas; cada marca merece uma identidade própria, não uma cópia do vizinho.
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Inovação: Tecnologia é ferramenta, não fetiche. A IA é aliada quando usada com consciência, mas nunca substitui a intenção humana.
Essa filosofia me move: Unir pesquisa e intuição, ciência e arte, estratégia e emoção. O design que pratico não é neutro: ele toma partido daquilo que importa. Porque marcas que não assumem um posicionamento hoje estão fadadas à irrelevância amanhã.
Estética é consequência. O ponto de partida sempre são valores e propósito.
